O cérebro cifrado tem nove ferramentas que a IA do cliente usa por MCP.
Uma delas, vizinhos ("que notas se conectam a esta?"), estava
lenta — e a prova escrita antes de otimizar achou coisa pior: ela
devolvia lista vazia sempre, porque caminhava por identificadores
internos que nenhuma outra ferramenta usava. Gastava até 65 segundos para
devolver nada.
A regra que ficou
Otimizar função quebrada é polir defeito. Primeiro a prova diz o que a função deveria devolver; depois o conserto; depois a medição: 5.000 notas, de 55,6 s para 0,13 s — devolvendo os vizinhos certos, ligados pelo apelido certo, verificado em produção.
Na mesma rodada, a segurança andou junto: a ferramenta ganhou proteção para que um cliente jamais leia pasta de outro, com prova no portão.