Dado pessoal se acha de duas maneiras opostas. Usar a ferramenta errada em cada uma é o motivo de as outras falharem.
Camada 1 — regra
CPF, CNPJ, CEP, número de processo, CNH, PIS, título de eleitor, cartão SUS, cartão de crédito, placa, telefone: todos têm dígito verificador ou formato normativo. A regra pega e confere o dígito — não é "acho que é um CPF", é "a conta fechou". Por isso a tela de conferência marca de verde o que teve dígito conferido: é o dado com certeza matemática.
Camada 2 — modelo
Nome de pessoa, endereço por extenso, empresa: não existe conta que prove que "João Silva" é nome. Aí entra o modelo próprio, treinado em documentos brasileiros sintéticos com os tipos nacionais.
A regra vence sempre; o modelo só acrescenta o que sobrou. Um CPF nunca depende de a IA "achar" que é um CPF.